Reflexão do dia, hoje sobre liderança…
Hoje cruzei-me com esta imagem e provérbio, aparentemente, japonês…
Estes acasos, ou não, da vida, na sua componente material, seja ela física ou digital, que nos encontram na altura certa, não deixam de me deixar intrigado. Seja como for, não enjeito a oportunidade para partilhar aqui, neste meu, e vosso também, Diário de Bordo, mais uma das minhas reflexões sobre o mote acima partilhado.
A reflexão é sobre liderança, a boa arte de liderar. Aprendi nos últimos anos, enquanto líder, que existem momentos em que a única resposta certa é agir, não explicar.
Quando alguém está a “afogar‑se” emocional, profissional ou humanamente, o que menos precisa é de lições, moralismos ou manuais de instruções. Logo, primeiro estende‑se a mão, depois, e só mesmo depois, é que se fala em aprendizagem, melhoria, resiliência e… mudança.
Confundir urgência com oportunidade pedagógica é, na minha perspetiva, uma forma subtil de violência: poupa a nossa consciência, mas não salva ninguém.
No fim do dia, a pergunta não é se tínhamos razão, métodos ou argumentos, mas antes se, quando alguém precisou de ser salvo, fomos parte da solução ou se nos limitámos a prédicas utópicas, sem foco na solução e, mais importante, nas pessoas.
Fica a reflexão…

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