Até sempre…

Hoje partiu outro vulto maior da literatura nacional — e, arrisco, mundial. Esta frase, dita num momento de revolta, talvez, reflete a revolta pela injustiça de que foi sujeito: não ser reconhecido pela Academia Nobel, ao contrário do seu colega coetâneo José Saramago, que mereceu tal distinção em 1998. Seja como for, fica a obra, através da qual, a cada leitura, viverá para a eternidade.


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