Pois é...
Há dias assim, em que tão depressa somos o pombo, descontraído, altivo e dono da calçada, como, numa espécie de passo de magia negra, somos a estátua no meio da praça, imóvel, decorativa, com ar de quem já viu tudo e alvo dos pombos que habitam a cidade. Moral da história: a vida, meus estimad@s, tem muito destes antagonismos.

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