Cada um(a) carrega a sua cruz...

"Vivia entre o céu e o inferno. Não encontrava paz. No dealbar da vida adulta fora marcada pela tragédia e não se conseguia perdoar. Talvez por isso se tenha refugiado na vida religiosa, na beatice. Afinal, Cristo era a imagem do sofrimento eterno por todos os pecados da humanidade e Margarida sentia particular afinidade com esse ato de amor maior, porque, também ela, carregava em si o peso do mundo e, de certa forma, vivia diariamente a sua paixão, como Jesus, carregando uma cruz pesada na sua caminhada interior." 

- Miguel da Cunha, in Margarida, Recanto das Letras (2024).

 

Mefistófeles e Margarida

 

Das estórias que nos prendem da primeira à última palavra... aconselho a leitura! 

 

 

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