Da morte e do elogio, ironias…
Machado de Assis, esse expoente máximo da literatura brasileira do século XIX, como em tantas outras estórias, consegue sintetizar, com a medida certa de humor e ironia, no seu conto “O empréstimo”, mais um aspeto frágil da condição humana: a incapacidade de tratar bem em vida, e enquanto há esperança no amanhã, aqueles que nos rodeiam. E por isso, tantas e tantas vezes, vemos aqueles que partem a ascenderem ao Olimpo pela boca daqueles, sim, precisamente esses, com quem não se davam e que tão mal falavam deles em vida.
Fica a reflexão…


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